Conan the Barbarian
Conan the Barbarian
Conan, o Bárbaro (também conhecido como Conan, o Cimério) é um herói fictício de espada e feitiçaria que surgiu nas revistas pulp e desde então foi adaptado para livros, quadrinhos, filmes (incluindo Conan, o Bárbaro e Conan, o Destruidor), programas de televisão (animados e com atores), videogames e jogos de RPG. Robert E. Howard criou o personagem em 1932 para uma série de contos de fantasia publicados na revista Weird Tales.
Conan é um cimério. Os escritos de Robert E. Howard (particularmente seu ensaio “A Era Hiboriana”) sugerem que seus cimérios são baseados nos celtas ou, talvez, nos cimérios históricos. Conan nasceu em um campo de batalha e é filho de um ferreiro de vilarejo. Amadureceu rapidamente na juventude e, aos quinze anos, já era um guerreiro respeitado que havia participado da destruição da fortaleza aquiloniana de Venarium.[9] Após a sua queda, foi tomado pelo desejo de viajar e deu início às aventuras narradas por Howard, enfrentando monstros furtivos, magos malignos, garçonetes de tavernas e belas princesas. Percorreu as nações da Era Hiboriana como ladrão, fora da lei, mercenário e pirata.[10] À medida que envelhecia, passou a comandar vastas unidades de guerreiros e a ampliar suas ambições. Aos quarenta anos, tomou a coroa do rei tirano da Aquilônia, o reino mais poderoso da Era Hiboriana, depois de estrangular o governante anterior nos degraus do próprio trono. As aventuras de Conan frequentemente resultam em feitos heroicos, embora sua motivação para isso seja, em grande parte, proteger a própria sobrevivência ou obter ganho pessoal.
Um elemento marcante do caráter de Conan é sua cavalheirosidade. Ele é extremamente relutante em lutar contra mulheres (mesmo quando elas lutam contra ele) e tem uma forte tendência a salvar uma donzela em perigo. Em “As Joias de Gwahlur”, ele precisa decidir em um instante se salva a dançarina Muriela ou o baú de gemas inestimáveis que procurava havia meses. Sem hesitar, resgata Muriela e permite que o tesouro se perca para sempre. Em “O Estranho Negro”, Conan salva a exilada zingariana Lady Belesa correndo considerável risco pessoal, dando-lhe como presente de despedida sua fortuna em gemas, grande o bastante para uma vida confortável e abastada em Zingara, sem pedir nada em troca. A crítica Jennifer Bard também observou[12] que, quando Conan está em uma tripulação de piratas ou em um bando de ladrões liderado por outro homem, ele tende a subverter e minar a autoridade do líder, acabando por suplantá-lo (e frequentemente matá-lo), como em “A Lagoa do Negro”, “Nascerá uma Bruxa” ou “Sombras ao Luar”. Por outro lado, em “A Rainha da Costa Negra”, nota-se que Conan “geralmente concordava com o plano de Belit. Dela era a mente que dirigia suas incursões, dele o braço que executava suas ideias. Era uma boa vida”. E no final de “Unhas Vermelhas”, Conan e Valeria parecem caminhar para uma parceria pirata razoavelmente amigável.
Habilidades : Despite his brutish appearance, Conan uses his brains as well as his brawn. The Cimmerian is a highly skilled warrior, possibly without peer with a sword, but his travels have given him vast experience in other trades, especially as a thief. He's also a talented commander, tactician, and strategist, as well as a born leader. In addition, Conan has advanced knowledge of languages and codes and is able to recognize, or even decipher, certain ancient or secret signs and writings. For example, in "Jewels of Gwahlur" Howard states: "In his roaming about the world the giant adventurer had picked up a wide smattering of knowledge, particularly including the speaking and reading of many alien tongues. Many a sheltered scholar would have been astonished at the Cimmerian's linguistic abilities." He also has incredible stamina, enabling him to go without sleep for a few days. In "A Witch Shall be Born", Conan fights armed men until he is overwhelmed, captured, and crucified, before going an entire night and day without water. However, Conan still possesses the strength to pull the nails from his feet, while hoisting himself into a horse's saddle and riding for ten miles. Another noticeable trait is his sense of humor, largely absent in the comics and movies, but very much a part of Howard's original vision of the character (particularly apparent in "Xuthal of the Dusk", also known as "The Slithering Shadow.") His sense of humor can also be rather grimly ironic, as was demonstrated by how he unleashes his own version of justice on the treacherous—and ill-fated—innkeeper Aram Baksh in "Shadows in Zamboula". He is a loyal friend to those true to him, with a barbaric code of conduct that often marks him as more honorable than the more sophisticated people he meets in his travels. Indeed, his straightforward nature and barbarism are constants in all the tales. Conan is a formidable combatant both armed and unarmed. With his back to the wall, Conan is capable of engaging and killing opponents by the score. This is seen in several stories, such as "Queen of the Black Coast", "The Scarlet Citadel", and "A Witch Shall Be Born". Conan is not superhuman, though; he needed the providential help of Zelata's wolf to defeat four Nemedian soldiers in Howard's novel The Hour of the Dragon. Some of his hardest victories have come from fighting single opponents of inhuman strength: one such as Thak, an ape-like humanoid from "Rogues in the House", or the strangler Baal-Pteor in "Shadows in Zamboula". Conan is far from untouchable and has been captured or defeated several times (on one occasion, knocking himself out after drunkenly running into a wall).
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